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Investimentos: estudar é algo essencial para quem quer investir, mas há uma opção que pode facilitar a vida de quem não tem tempo (pressfoto/freepik/Divulgação)

Entrar (e se manter) no mundo dos investimentos é algo que demanda muito mais do que dinheiro e experiência, demanda tempo. Inclusive, falta de tempo é um dos motivos apresentado pelas pessoas que não investem. O tempo é necessário porque é preciso entender os ativos antes de colocar o seu dinheiro neles. 

Além de aprender conceitos básico do mundo dos investimentos como juros, liquidez, rentabilidade, e de estar atento aos cenários econômicos nacionais e internacionais, também é preciso entender como cada tipo de investimento funciona. Para comprar uma ação, por exemplo, é preciso estudar a empresa, para investir em fundos imobiliários, é preciso entender quais ativos estão no fundo, qual é a taxa de vacância de cada um deles e centenas de outros tópicos. 

Curso “Mapa dos Fundos: Encontre os melhores fundos de investimentos”

Olhando por esse lado, o argumento de falta de tempo quase parece válido. Mas apesar de existirem diversos contra argumentos sobre por que não ter tempo não deveria ser motivo para você não investir, hoje vamos falar apenas de um deles. Nem todos os investimentos demandam tanto tempo de estudo assim. Há um tipo que é específico para quem não sabe (e não teve tempo de aprender) como analisar uma ação, um fundo imobiliário ou uma opção de crédito privado: os fundos de investimentos

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Como o nome já diz, eles são fundos formados pelos mais diversos tipos de investimentos, desde os mais conservadores, de renda fixa, até os mais arrojados, apenas de renda variável. Além de ter fundo para todo perfil de investidor, a maior vantagem deste tipo de investimento é que você está colocando o seu dinheiro nas mãos de quem dedica a vida a estudar como funcionam e como investir nos ativos. Os fundos são cuidados por gestores especialistas, mas isso não significa que não é necessário estudar nada sobre o investimento. 

“A vantagem é você poder investir sem precisar saber todos os detalhes de um determinado ativo. Isso significa que você não terá que estudar? De maneira nenhuma. Da mesma forma que você precisa saber qual é a qualidade da pessoa que está prestando serviço na sua casa, você precisa saber a qualidade do gestor de onde você está deixando seus recursos”, explica Juliana Machado, analista da Exame Research e professora do curso Mapa dos Fundos. 

“Mas a verdade é que você está contando com o trabalho de um profissional que está se dedicando e estudando as assimetrias do mercado e que recebe especificamente para isso”, continua a especialista em fundos de investimentos. Juliana, inclusive, tem a maior parte dos seus investimentos nos fundos e não mais nas ações diretamente na Bolsa.  

Para ela, escolher os fundos pode significar sair na frente de muitos no mercado financeiro, porque você reconhece que tem uma menor capacidade (técnica e de recursos/infraestrutura) de entender em detalhes o funcionamento de todos os ativos. Além disso, através dos fundos, é possível ter acesso e investir em ativos que seria mais difícil como pessoa física. 

“Sempre foi muito bacana você democratizar o acesso via fundos, que te abrem uma gama de outros produtos que sozinho você não tem condições de acessar, tanto por não ter um determinado patrimônio quanto por não ter todas as informações necessárias”, explica Juliana.  

Para investir nos fundos há uma taxa que é paga para o gestor e é importante saber quanto é esse custo. No curso Mapa dos Fundos, disponibilizado na Exame Academy, Juliana explica não só toda a estrutura e o mercado de fundos de investimentos, mas também todas as taxas e custos do modelo. Com o material é possível saber se investir em fundos de investimentos compensa ou não para você. 

“Eu sempre fui partidária de quem ninguém vai ficar rico com a Bolsa, porque não existe dinheiro fácil. Nunca achei que valia a pena migrar para esse tipo de estratégia [day trade] se você não tem condições de se dedicar a estudar. Boa parte das pessoas trabalha com outras coisas, tem família, estuda, tem uma série de obrigações do dia a dia que não necessariamente estão ligadas ao mercado financeiro, não tem porque você tentar sair na frente de pessoas que estão dedicadas especificamente a isso e que tem um poder muito maior que o seu no mercado”, diz a professora. 

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