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Facas: a peça russa Vahik Galboyan custa 11.000 dólares.  (Vahik Galboyan/Reprodução)

Além de dominar a arte da culinária, cozinheiros profissionais precisam ter em mãos as melhores ferramentas — e algumas delas podem custar uma fortuna. Entre esta sexta-feira, 18, e o próximo domingo, 20, chefes de cozinha de todo o mundo participarão da Mostra Internacional de Cutelaria, que mostrará as facas mais desejadas — e mais caras — que existem.

Pela primeira vez, a Mostra acontecerá de forma remota, e, com isso, permitirá a participação de interessados de todo o mundo. A peça mais cara que será mostrada e colocada para venda é assinada pelo cuteleiro inglês Jerry Fisk: custa nada menos que 23.000 dólares (ou cerca de 120.000 reais).

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Há, ainda, outras facas de encher os olhos (e esvaziar completamente os bolsos). Um outro modelo que também estará para venda é feito de aço damasco e acabado em ouro, isso a um preço de 20.000 dólares (cerca de 105.000 reais). Um pouco mais modesta, a faca russa Vahik Galboyan, feita de prata, sai por 11.000 dólares (cerca de 58.000 reais). 

O primeiro dia do evento (18) é voltado para profissionais de cutelaria e colecionadores, onde serão oferecidos painéis sobre o mercado cuteleiro. Nos dias 19 e 20, o festival será aberto a qualquer interessado através do site da feira, que poderão acompanhar lives, palestras e painéis. Os participantes poderão conhecer os expositores, as melhores lâminas e produtos de cutelaria diretamente dos fabricantes, de vários lugares do Brasil e exterior, como Itália, Rússia, Chile e Estados Unidos.

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O Brasil ainda é um mercado que engatinha no mercado da cutelaria, mas, segundo o IBGE, o país já tem 2.300 cuteleiros profissionais registrados. Mesmo tão nichado, a cutelaria artesanal movimenta cerca de 10 milhões de reais por ano.

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